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2021-08-16

“Os trabalhadores da Riopele vivem com muita intensidade o seu trabalho”


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Nome: Cláudia Queirós
Idade: 35 anos
Naturalidade: Viana do Castelo

É natural de Viana de Castelo deu os primeiros passos na Riopele em 2010 e lidera, desde 2015, um dos departamentos críticos da Riopele. Conheça Cláudia Queirós, a responsável dos Recursos Humanos.

Ainda se recorda do primeiro dia na Riopele? Como foi esse dia?
Claro que sim. Recordo-me de ficar muito impressionada com a dimensão da empresa e, também, com a paixão com que os responsáveis apresentaram as respetivas áreas.

Lidera uma das áreas de maior responsabilidade na empresa, os recursos humanos. De que competências necessita uma empresa como a Riopele?
A Riopele com 94 anos de existência tem revelado uma extraordinária capacidade de reinvenção, que passa, inevitavelmente, pela adaptação das competências e dos postos de trabalho em função das necessidades da empresa. Entendemos que as competências comportamentais, sociais (soft skills) e mesmo digitais são fulcrais para trabalhar numa empresa como a Riopele. Destacaria o sentido de inovação, a agilidade, a criatividade, a cooperação e trabalho em equipa.

Como se efetiva o processo de recrutamento na empresa?
O processo de recrutamento da Riopele é muito dinâmico e diversificado, varia mediante o perfil ou a função que procuramos. O facto da Riopele ter uma presença muito forte na região contribui e facilita a atração de candidatos. As candidaturas espontâneas têm grande expressão no processo de recrutamento da Riopele, desde os perfis mais operacionais aos mais técnicos. As parcerias com escolas, universidade e empresas de recrutamento especializado são, igualmente, fontes privilegiadas de identificação de candidatos.

A idade média dos colaboradores da Riopele é de apenas 41 anos. A contratação de jovens quadros trata-se de uma mera curiosidade, ou de uma opção estratégica da empresa?
É sem dúvida, uma opção estratégica de rejuvenescimento. A transmissão de know-how de geração em geração é essencial para garantir a sustentabilidade da empresa. Na última década, privilegiamos a contratação de jovens com formação superior para reforçar áreas da empresa que necessitavam de mais qualificação bem como de jovens com ensino secundário para reforçar as áreas produtivas. Hoje temos uma empresa jovem, que se preocupa com a transmissão de conhecimento dos mais experientes para os mais novos.

Outra das particularidades da Riopele prende-se com o facto de 45% das chefias ser assumida por mulheres. Essa é a cultura da empresa?
Sim, considero que é algo natural na cultura da empresa. Por tradição, o têxtil é um setor com uma presença forte das mulheres, esse fator contribui para uma liderança equilibrada ao nível do género na Riopele.

De que forma avalia a Riopele os seus colaboradores?
Atualmente, temos uma ferramenta de gestão e de desenvolvimento de Pessoas, designada RPeople+, que permite uma avaliação quantitativa e objetiva do trabalho dos nossos colaboradores. A minha perceção sobre os trabalhadores da Riopele é que vivem com muita intensidade o seu trabalho. Têm muito respeito pela empresa e pela sua história e estão comprometidos com os objetivos da empresa.