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1927

1933

1952

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2001

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2016

2017

História

90 anos tecidos com paixão

1927

O jovem empreendedor José Dias de Oliveira funda a Riopele com a instalação de dois teares para a produção de tecidos (cotins e riscados) num moinho de água, situado na margem esquerda do rio Pele, em Pousada de Saramagos, concelho de Vila Nova de Famalicão.

1933

Com a ambição de criar uma fábrica completa, José Dias de Oliveira transfere a unidade de produção para um novo edifício. Nas novas instalações crescem, ao longo de duas décadas, as áreas da Fiação, da Tinturaria, da Tecelagem e dos Acabamentos, afirmando-se o sentido vertical de organização da produção.

1952

Surge a marca Rioplex, desenvolvida em parceria com a empresa alemã Bayer. Os coloridos e os padrões são superiores aos dos outros artigos de algodão. A Riopele começa um percurso de inovação e de criação de produtos têxteis exclusivos.

1953

Com a morte inesperada de José Dias de Oliveira, a direção da empresa é assumida pelo seu filho mais velho, José da Costa Oliveira, então com 22 anos. O nome do sucessor fica para sempre ligado à consolidação, ao desenvolvimento e à expansão da Riopele.

1958

São realizadas as primeiras exportações para os mercados nórdicos e são criadas redes de agentes em diversos países, garantindo um fluxo permanente de encomendas.

1963

A Riopele concretiza uma parceria com a empresa alemã Hoechst que permite o desenvolvimento de tecidos inovadores com a introdução de fibras sintéticas sob a marca Texlene-Trevira. Neste período, a empresa torna-se líder europeia nos tecidos desenvolvidos a partir de fibras sintéticas.

1974

Num tempo em que a situação social em Portugal se agudiza com a Revolução do 25 de Abril de 1974, os trabalhadores colocam-se ao lado da Administração e recusam as greves.

1985

Com a expansão das instalações fabris e com a modernização do parque industrial, a Riopele recentra a sua atividade na Europa e evolui o seu produto tradicional, através da reintrodução de fibras naturais e do desenvolvimento de tecidos para coleções próprias.

1996

A aposta no desenvolvimento de artigos com propriedades de grande respirabilidade e elevado conforto, atendendo ao conceito de easy-care, dá origem a uma das mais inovadoras e respeitadas marcas Riopele, a Çeramica.

1997

Após receber a certificação de qualidade, a Riopele aposta na certificação ao nível do ambiente e da segurança. Estabelecem-se práticas empresariais que promovem o desenvolvimento sustentável e o uso responsável dos recursos naturais.

2001

A liberalização do comércio têxtil e vestuário mundial, que desmantela barreiras e gera um ambiente de competição global, agudiza a crise interna que a Riopele vinha a enfrentar, a que acresce a morte de José da Costa Oliveira. A empresa entra, assim, numa fase de transição da liderança.

2007

Perante um contexto económico e financeiro profundamente adverso, com a responsabilidade acrescida em defender o legado Riopele, José Alexandre Oliveira, neto do fundador e filho de José da Costa Oliveira, assume a presidência do Conselho de Administração.

2008

A Riopele profissionaliza os órgãos de gestão, desenvolve as equipas e implementa um sistema integrado de gestão. Ao mesmo tempo, ajusta a capacidade instalada para concentrar a sua atividade na produção de tecido. Com um foco claro na satisfação do cliente, a Riopele adequa a sua proposta de valor e promove o estabelecimento de várias parcerias.

2012

Inicia-se o projeto de I&D Nano.Smart, fruto de uma parceria entre a Riopele, o CITEVE (Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal), o CeNTI (Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes) e a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, com o objetivo de desenvolver estruturas têxteis inteligentes e revestimentos funcionais à escala manométrica para novas coleções de tecido. Este projeto culmina com o registo da marca Çeramica Clean.

2013

José Alexandre Oliveira assume a totalidade do capital social da Riopele, concluindo-se o processo de recapitalização e de reestruturação financeira, que permite reforçar a competitividade da empresa. Neste ano, inicia-se também o Programa Horizontes, um programa de desenvolvimento contínuo dos recursos humanos, dirigido a todos os colaboradores.

2014

Para garantir a melhoria dos serviços de criação e de produção de coleções de tecido, é concretizado um programa de investimento na ordem dos 15 milhões de euros, que contempla a modernização do parque de máquinas, o investimento em gabinetes nas áreas produtivas, a construção de um novo espaço para a área de I&D e a criação de um Centro de Modelagem.

2015

Nas instalações da Riopele nasce a primeira incubadora de empresas, em Portugal, a funcionar em contexto industrial ativo. A Riopele é ainda galardoada com o Prémio Melhor Grande Empresa Exportadora de Bens Transacionáveis, assumindo uma posição dianteira ao nível da recuperação do setor têxtil em Portugal.

2016

Inicia-se o projeto eco-inovador R4Textiles que visa desenvolver tecidos sustentáveis - reutilizados e funcionais - com base na valorização de resíduos têxteis e agroalimentares. A Riopele cria novas funcionalidades para as suas coleções de tecido e reduz o impacto da moda no meio ambiental.

2017

A Riopele celebra 90 anos tecidos com paixão. São 90 anos a criar e a produzir tecidos para as marcas de referência no mundo da moda e do vestuário.



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